Cidades PALMEIRIAIS
Crime Bárbaro: Bebê de 4 meses morre após ser estuprada em Palmeirais
O acusado de cometer o crime, é companheiro da mãe da criança, identificado como Elias.
22/12/2022 13h01
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Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um crime bárbaro chocou a população do município de Palmeirais na manhã desta quinta-feira (22). Uma bebê de apenas 4 meses morreu após ser estuprada pelo padrasto. 

O acusado de cometer o crime, é companheiro da mãe da criança, identificado como Elias.

Em entrevista, o investigador da Polícia Civil, Peruano, informou que foi acionado pela médica e foram até o hospital e confirmaram que a criança apresentava sinais de abuso.

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"Eu estava em casa quando recebi a ligação da médica do hospital, informando que tinha uma criança com suspeita de estupro, e informou que a criança já tinha falecido. Fomos até o hospital e constatamos o óbito, e fomos averiguar quem era a mãe da bebê. Ao ser questionada, ela revelou o nome do suspeito", disse o investigador. 

Ainda segundo o investigador, a mãe da criança, identificada como Sebastiana, ficou em silêncio ao ser questionada pela médica, sobre o estupro. "Quem levou a criança para o hospital foi a mãe, e a mãe na hora não disse nada, então ela também é suspeita, inclusive a médica chamou o segurança e deteve ela lá na sala até a nossa chegada [da polícia], pois constatou que a criança havia sido estuprada, e a mãe dizia que não sabia de nada, e a médica afirmou que sim, a criança foi estuprada". 

Após ser interrogada pela polícia, Sebastiana confessou que o crime foi cometido pelo próprio companheiro. "A mãe confessou que foi o Elias, a criança tinha apenas 04 meses, levaram a criança somente ontem à noite para o hospital, ela morreu por volta das 7h10 da manhã de hoje, e foi levada para o IML para exames e nós vamos levar o suspeito e a mãe para a delegacia em Nazária para ser feito o flagrante", disse Peruano. 

População faz manifestação

O caso chocou a população de Palmeirais, e causou revolta nos moradores. Um grupo de pessoas se posicionaram em frente a delegacia de polícia e montaram uma barricada com pneus queimados, pedindo a morte do acusado. 

"A população já está fora fazendo o manifesto pedindo para entregarem ele para a população, mas já está com a polícia e a polícia tem que proteger", disse o investigador. 

Fonte: Portal R10