No dia 17 de agosto, Ancelmo Nunes Franco, o Cicinho, de 30 anos, teve o corpo esquartejado e carbonizado por policiais militares. De acordo com a Polícia Civil do Maranhão, um empresário teria contratado o assassinato de Cicinho porque o vendedor teria uma suposta paixão por sua mulher.
Os militares do Maranhão Willian Silva de Vasconcelos e Dany Wuely, além de um homem chamado Goldman Arouche Freire Júnior foram presos acusados de serem os executores do corretor. Cicinho estava chegando na Rodoviária de Imperatriz (MA), quando foi colocado em um carro, levado para a zona rural, morto e enterrado em uma cova rasa, próximo a uma ferrovia.
As investigações ficaram a cargo da Delegacia Geral de Polícia Civil do Maranhão.