Cotidiano Operação Cactus

“Igor Gordão”, suspeito de ser liderança de facção criminosa no Piauí, é preso no Maranhão

A ação cumpriu 11 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão, totalizando 31 ordens judiciais. Durante as diligências, também foram apreendidas armas de fogo

16/10/2026 10h32 Atualizada há 41 minutos atrás
Por: Alessandra Fonseca
“Igor Gordão”, suspeito de ser liderança de facção criminosa no Piauí, é preso no Maranhão

Igor Barbosa da Silva, conhecido como “Igor Gordão”, foi preso nesta sexta-feira (16) durante a Operação Cactus, que teve como objetivo combater o tráfico de drogas, a atuação de integrantes de organizações criminosas e a lavagem de dinheiro.

A ação cumpriu 11 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão, totalizando 31 ordens judiciais. Durante as diligências, também foram apreendidas armas de fogo.

Os mandados foram cumpridos em municípios do Piauí, Maranhão e Mato Grosso, incluindo Teresina e União, no Piauí; Santo Antônio dos Lopes, no Maranhão; e Cuiabá, em Mato Grosso.

“Igor Gordão” é apontado pelas investigações como uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) com atuação no Piauí. Ele foi preso na localidade Centro dos Rodrigues, em Santo Antônio dos Lopes, no Maranhão, a aproximadamente 400 quilômetros de Teresina.

O coordenador do DENARC, delegado Samuel Silveira, destacou que o suspeito disfarçava a atividade do tráfico de drogas lavando dinheiro em empresas de diversos ramos, como de bebidas.

“Ele lavava esse dinheiro também por meio de revendedores de carro e até mesmo no estado do Mato Grosso, em Cuiabá. Na região onde ele foi preso já temos informes do crescimento patrimonial dele, inclusive com a colocação de novas empresas. Uma segunda fase que nós também avançaremos. A prisão de um dos alicerces do tráfico de drogas do Piauí”, conta.

De acordo com a investigação, Igor teria papel central na estrutura financeira do grupo investigado. Os levantamentos identificaram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com os rendimentos declarados, além de indícios de possível ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro.

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