Política Decisão
“O Brasil não pode virar uma Argentina”, diz Ravenna ao declarar apoio a Lula
Ex-candidata ao Governo do Piauí afirma que decisão com Missionário Evandro foi independente
17/10/2026 08h06 Atualizada há 10 minutos atrás
Por: Alessandra Fonseca
Ravenna Castro | Reprodução / Redes sociais

A ex-candidata ao Governo do Piauí Ravenna da Inclusão, do Democrata 35, explicou os motivos que a levaram a declarar apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2026. Ao justificar a decisão, tomada em conjunto com o ex-candidato ao Senado Missionário Evandro, também do Democrata, Ravenna destacou a preocupação com a preservação de direitos sociais e afirmou: “O Brasil não pode virar uma Argentina”.

Segundo a ex-candidata, o posicionamento não está vinculado a acordos partidários ou negociações políticas. Ravenna sustenta que a manifestação de apoio resulta de uma avaliação própria sobre os projetos apresentados na disputa presidencial.

“Foi uma decisão nossa e independente. Apenas fizemos as comparações entre os dois que estão concorrendo e Lula inegavelmente é o candidato que pode salvar o Brasil de tudo que representa o retrocesso aos nossos direitos”, declarou.

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Conhecida pela atuação em defesa das pessoas com deficiência e de grupos socialmente vulneráveis, Ravenna afirmou que a escolha também está relacionada às bandeiras que defendeu durante sua candidatura ao Palácio de Karnak.

“Nossa luta sempre foi pelos deficientes, pela saúde, pela educação, pelos vulneráveis. E nós vemos em Lula as defesas de bandeiras que também são nossas”, afirmou.

Ravenna também justificou a manifestação pública de apoio como uma forma de reafirmar seu posicionamento político diante do segundo turno.

“Apenas por entender que é importante nos posicionarmos e que Lula precisa desse apoio de cada um para salvar o Brasil e os brasileiros”, declarou.

Ao mencionar a Argentina, a ex-candidata fez uma crítica ao que considera riscos de retrocesso social. A comparação expressa sua avaliação política, sem referência, na declaração apresentada, a medidas específicas adotadas pelo país vizinho.

A manifestação de Ravenna e Missionário Evandro ocorre na reta final da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). Os brasileiros voltam às urnas no dia 25 de outubro, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral.